28 de agosto de 2015

Grupo SIM completa 15 anos


No dia 15 de agosto o Grupo SIM completou 15 anos de caminhada, Louvando a Maria. Obrigado a todos por nos ajudarem a continuar perseverantes em nosso SIM.
Paz e Bem...!!!

 

15 de agosto de 2014

14 Anos do Grupo SIM

Hoje, 14 Anos do Grupo SIM - Santa e Imaculada Maria
Os Cantores do Rosário...!!!
 
 
 
 

18 de abril de 2014

Grupo SIM - Facebook


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Consagrados ao Sagrado Coração de Jesus e ao Doce e Imaculado Coração de Maria em 15 de agosto de 2000 na Comunidade Nossa Senhora do Rosário.
 
 
 

26 de dezembro de 2013

Celebração da Santa Missa da Noite de Natal

Fotos Missa de Natal
Clique na Foto para visualizar as 50 fotos...!!!
 
A CNSR deseja a todos um santo Natal repleto de consolações e graças do Deus Menino. Nos vossos corações, famílias e comunidades, resplandeça a luz do Salvador, que nos revela o rosto terno e misericordioso do Pai do Céu. Ele vos abençoe com um Ano Novo sereno e feliz!

22 de novembro de 2013

22 de Novembro...




 
Santa Cecília - 22 de Novembro

Hoje celebramos a santidade da virgem que foi exaltada como exemplo perfeitíssimo de mulher cristã, pois em tudo glorificou a Jesus. Santa Cecília é uma das mártires mais veneradas durante a Idade Média, tanto assim que no século V uma Basílica foi construída em sua homenagem. Embora se trate da mesma pessoa, na prática fala-se de duas santas Cecílias: a da história e a da lenda. A Cecília histórica é uma senhora romana que deu uma casa e um terreno aos cristãos dos primeiros séculos. A casa transformou-se em igreja que se chamou mais tarde Santa Cecília no Trastévere; o terreno tornou-se cemitério de São Calisto, onde foi enterrada a doadora, perto da cripta fúnebre dos Papas. No século VI, quando os peregrinos começaram a perguntar quem era essa Cecília cujo túmulo e cuja inscrição se encontravam em tão honrosa companhia, para satisfazer a curiosidade deles, foi então publicada uma Paixão, que deu origem à Cecília lendária; esta foi sem demora colocada na categoria das mártires mais ilustres. Segundo o relato da sua Paixão Cecília tinha sido uma bela cristã da mais alta nobreza romana que, segundo o costume, foi prometida pelos pais em casamento a um nobre jovem chamado Valeriano. Aconteceu que, no dia das núpcias, a jovem noiva, em meio aos hinos de pureza que cantava no íntimo do coração, partilhou com o marido, com transparência, o fato de ter consagrado sua virgindade a Cristo e que um Anjo guardava sua decisão.

Valeriano, que até então era pagão, a respeitou, mas disse que somente acreditaria se contemplasse o Anjo. Desse desafio Cecília conseguiu a conversão do esposo que foi apresentado ao Papa Urbano, sendo então preparado e batizado, juntamente com um irmão de sangue de nome Tibúrcio. Depois de batizado, o jovem, agora cristão, contemplou o Anjo, que possuía duas coroas (símbolo do martírio) nas mãos. O Anjo colocou uma coroa sobre a cabeça de Cecília e outra sobre a de Valeriano, o que significava um sinal, pois primeiro morreu Valeriano e seu irmão por causa da fé abraçada e logo depois Santa Cecília sofreu o martírio, após ter sido presa ao sepultar Valeriano e Tibúrcio na sua vila da Via Ápia.

Colocada perante a alternativa de fazer sacrifícios aos deuses ou morrer, escolheu a morte. Ao prefeito Almáquio, que lembrava Cecília que tinha sobre ela direito de vida ou de morte, ela respondeu: "É falso, porque podes dar-me a morte, mas não me podes dar a vida". Almáquio condenou-a a morrer asfixiada; como ela sobreviveu a esse suplício, mandou cortar-lhe a cabeça. Nas Atas de Santa Cecília lê-se esta frase: "Enquanto ressoavam os concertos profanos das suas núpcias, Cecília cantava no seu coração um hino de amor a Jesus, seu verdadeiro esposo". Estas palavras, lidas um tanto por alto, fizeram acreditar no talento musical de Santa Cecília e valeram-lhe o ser padroeira dos músicos. Hoje essa grande mártir e padroeira dos músicos canta louvores ao Senhor no céu.

Santa Cecília, rogai por nós!

15 de setembro de 2013

Semana da Cultura

Caminhante
Composição Rafael Ribeiro
Saudade do Meu Ninho
Composição Rafael Ribeiro e Gerson Costa
Semana da Cultura de Telêmaco Borba - Paraná - 2013


26 de julho de 2013

Saudade do meu Ninho

Saudade do meu Ninho 
Composição: Rafael Ribeiro e Gerson Costa




INTRO – (D  A   G  Bm  G  D A D)

D                                         A    G                                    F#m
Plantei meus sonhos nesta terra,      Colhi flores, frutos e espinhos
G                                D           A                                             Bm         A
Foi aqui que fiz meu ninho.         E finquei meus pés no chão.
                   G                   A                   Bm                     G                A              D
Com muito pouco a gente pode ser feliz, Mas é preciso dar valor ao que se tem,
               F#m                         Bm       F#m           Bm
Uma casinha, um grande amor         Uma viola pro cantador.
                   G       A                 Bm                        G                A                  D
Pão na fornalha,      fogão de lenha, varal de carne e histórias pra contar.
                    A       Bbº           Bm               G                 A                 D 
Um poço d‘água, um lampião, no arvoredo passarada a cantar. 

(D7 G Gm D Bm Em A D) 2x
E tempinho bom lá no ranchinho... Os avós contando causos, a família toda reunida em volta de um fogão de lenha assando pinhão, batata doce, jogando prosa fora, será que estas coisas se foram? Será que volta? Quanta saudade do meu ninho...

              G                A                      D                 G                     A                   D
Um Sertanejo e uma roça pra plantar     Felicidade a gente vê em seu olhar.
            F#m                     Bm              F#m                Bm
De manhãzinha no alvorecer o galo canta, acorda o Sol.
                     G    A                 D                      G                   A             D
Aos pés da cama  uma a botina, Lavar o rosto n’água fria da bacia,
                    A       Bbº                   Bm                 G              A             D 
Coador de pano, passando o café, e na radiola ouvir moda de viola.

(D7 G Gm D Bm Em A D) 2x
E tempinho bom lá no ranchinho...  Tinha porteira que rangia, capim molhado de orvalho, farofa de carne no pilão, gente de bom coração que quando matava um porco, repartia com os irmãos... É, Quanta saudade do meu ninho...

            F#m                            Bm                 F#m                             Bm
Sair de casa galinhada no quintal, por um carreiro passa pelo milharal.
            F#m                                   Bm                   G                 A                 D
À tardezinha quando finda a dura lida, voltar pra casa, beber água da moringa.
           F#m            Bm          A Bbº                  Bm
Tomar um banho lá no riacho, para matar o meu cansaço.
           F#                  Bm  A  G                        A                                      D    
E a noitinha, à luz de vela,         um céu de estrelas vejo da minha janela
         F#                   Bm    A  G                   A                                         D     prep
E agradeço ao Meu Senhor,           por ter me amado como ninguém mais amou.
                G      A                   Bm                       A                                   D  
Por ter deixado     o ensinamento que eu só preciso pro meu sustento.
                  F#             Bm   A      G               A                         D    prep.
E tudo que eu quiser a mais,                pode tirar      a minha paz, 

            G                   A                   Bm                  G                A                      D
Com muito pouco a gente pode ser feliz, Mas é preciso dar valor ao que se tem,
               F#                         Bm    A    G
Uma casinha, um grande amor,
   A                                   G      Gm           D     prep. (2X)
E uma viola...................pro cantador.



25 de julho de 2013

Festival Gomarábica

Festival de Música Gomarábica 2013 - Telêmaco Borba - Paraná


Música: Jesus Cristo - Roberto Carlos e Erasmo Carlos



Categoria Interpretação MPB
  Rafael Ribeiro - Gerson Costa - Carlos Enrique - Eduardo Talevi - Breno Carneiro





24 de março de 2013

Ensina teu povo a rezar


Ensina o Teu Povo a Rezar

Compositor: Pe. Zezinho Scj

Interpretação: Padre Silvio Mori

Tom: E
                              
Intro: A Ab7 C#m A6 E/B B7 E

    E               F#m7
Ensina o teu povo a rezar
   B7           E
Maria, Mãe de Jesus
        A        Ab7     C#m         A6        E/B B7  E
Que um dia o teu povo desperta e na certa vai ver  a  luz
        A        Ab7     C#m         A6       E/B  B7  E
Que um dia o teu povo se anima e caminha com teu Jesus

    E            F#m7      B7            E
Maria de Jesus Cristo, Maria de Deus, Maria mulher,
    A         Ab7         C#m      A6       E/B   B7  E
Ensina a teu povo o teu jeito de ser o que Deus quiser
    A         Ab7         C#m      A6       E/B   B7  E
Ensina a teu povo o teu jeito de ser o que Deus quiser

    E               F#m7
Ensina o teu povo a rezar
   B7           E
Maria, Mãe de Jesus
        A        Ab7     C#m         A6        E/B   B7  E
Que um dia o teu povo desperta e na certa vai ver  a  luz
        A        Ab7     C#m         A6       E/B  B7  E
Que um dia o teu povo se anima e caminha com teu Jesus

   E           F#m7      B7            E
Maria senhora nossa, Maria do povo, povo de Deus
    A        Ab7      C#m          A6     E/B   B7   E
Ensina o teu jeito perfeito de sempre escutar teu Deus
    A        Ab7      C#m          A6     E/B   B7   E
Ensina o teu jeito perfeito de sempre escutar teu Deus



6 de janeiro de 2013

GRANDES COISAS - Fernandinho - Legendado





Tom: C (Grupo SIM)

 (intro) C Am G F

C                                Am
Tu és o Deus dessa terra
                          G
Tu és o Rei desse povo
                          F
És o Senhor da nação
     Dm
Tu és
  C                            Am
Tu és a luz desse mundo
                               G
Esperança para os perdidos
                                 F
Tu és a paz pros cansados
      Dm
Tu és

        C                G       F
Ninguém, é como nosso Deus
        C                G       F
Ninguém, é como nosso Deus
 
F
Grandes coisas estão por vir
G                                                          C  G  F
Grandes coisas vão acontecer nesse lugar
F
Grandes coisas estão por vir
G                                                          C  G  F
Grandes coisas vão acontecer nesse lugar

F
Grandes coisas estão por vir
G                                                          C  G  F
Grandes coisas vão acontecer nesse lugar
F
Grandes coisas estão por vir
G                                                          C  G  F
Grandes coisas vão acontecer nesse aqui

Base solo - C   F   C   G   F
  
                C                G       F
Ninguém, é como nosso Deus
        C                G       F
Ninguém, é como nosso Deus      2X

23 de novembro de 2012

Hino Oficial do Ano da Fé

Hino Oficial do Ano da Fé: "Credo, Domine, adauge nobis fidem" - divulgado pelo Pontifício Conselho para a Nova Evangelização.


Com tradução e adaptação para língua portuguesa do Pe. António Cartageno, o hino é interpretado pelo Coro da Catedral de Lisboa e as suas crianças, com a direção musical do Prof. Luís Filipe Fernandes, acompanhados ao órgão por António Duarte, e pelos instrumentos de flauta com Alzira Trindade, clarinete por Ana Marques e trompete com Edgar Albuquerque.


Conhecemos bem o quanto a música e o canto são importantes para a compreensão e o aprofundamento das ideias, e o quanto são úteis para a divulgação de campanhas e de projetos. Seguindo o convite do Santo Padre, “queremos celebrar este Ano de forma digna e fecunda” (PF, 8). Por isso, o Ano da Fé não poderia ficar sem seu hino. Dele esperamos que ajude a marcar este “tempo de particular reflexão e redescoberta da fé” (PF, 4).

Divulgado pelo Pontifício Conselho para a Nova Evangelização, o hino circulou rapidamente pela internet, inclusive em uma versão portuguesa. Os assessores das Comissões Episcopais Pastorais para a Liturgia e para a Doutrina da Fé prepararam esta versão brasileira. Depois de avaliada pelos presidentes dessas Comissões e pelo Secretário Geral da CNBB, tornamos pública, para que seja usada pela Igreja no Brasil durante este Ano da Fé.

A súplica do pai que apresentou seu filho para ser curado por Jesus – “Eu creio, mas aumentai a minha fé” (Mc 9,24) – é assumida por todos nós. Desse modo, o hino é um grande pedido pela renovação e pelo crescimento da fé. Há uma particularidade a ser notada: a primeira parte da súplica está no singular: “creio, ó Senhor”. E a segunda parte está no plural: “aumenta nossa fé”. Assim se destacam os vários aspectos da fé, que são aprofundados pelo Papa no número 10 da Porta Fidei: ao mesmo tempo ela é pessoal e eclesial, é um ato pessoal e tem conteúdo “objetivo”.

Outro elemento que se destaca pela repetição é a expressão “caminhamos”, que ocorre no início de cada estrofe. Na mesma Porta Fidei, Bento XVI nos recorda que, uma vez atravessado o limiar da porta, por meio do batismo, abre-se diante de nós um caminho que dura a vida toda e que se conclui com a passagem para a vida eterna (PF, 1). O povo brasileiro se identifica muito com as romarias, peregrinações, procissões e caminhadas. Elas são um símbolo da peregrinação espiritual que toda a nossa existência cristã: “não temos aqui cidade permanente, mas andamos à procura da que está para vir” (Hb 13,14). O modo como caminhamos é destacado de modo diferente a cada nova estrofe: cheios de esperança, frágeis e perdidos, cansados e sofridos, sob o peso da cruz, atentos ao chamado, com os irmãos e as irmãs. É um caminho feito em companhia, desafiador, é certo, mas dirigido pelas marcas dos passos de Nosso Senhor, como bem recorda a estrofe 4.

O caminhar da Igreja é marcado, portanto, pelos mistérios da vida de Cristo, reflexos do grande Mistério Pascal. Na sequência, nos são recordados: o Advento, o Natal, a Quaresma, a Páscoa, Pentecostes e o Reino definitivo. Do mistério do Filho de Deus feito homem é que a Igreja vive permanentemente. É a comunhão com Ele que orienta e anima toda a caminhada eclesial ao longo da história e, na grande comunhão dos santos, é também o que anima cada um dos fieis, pessoalmente.

Alguns títulos de Cristo são evocados, junto com os mistérios. Filho do Altíssimo, estrela da manhã, mão que cuida e que cura, o Vivente que não morre, Palavra, esperança da chegada. Desse modo o Mistério do Filho de Deus feito nosso irmão impregna toda a existência dos cristãos, na Igreja. Assim ele nos anima no caminho e nos conduz para a meta.

Esse caminhar é feito em companhia. Como companheiros são recordados, na sequência das estrofes: os Santos que “caminham entre nós”, Maria, “a primeira dos que creem”, os pobres que “esperam à porta”, os humildes que “querem renascer”, a Igreja que “anuncia o Evangelho”, o mundo, no qual se encontram sinais do Reino que “está entre nós”. Esta grande companhia de fé nos permite muitas e profundas reflexões: a comunhão dos santos, o significado da presença da Mãe de Jesus na vida da Igreja, os pobres, nos quais podemos servir ao próprio Cristo e pagar-lhe amor com amor, o espírito das bem-aventuranças expresso nos “humildes”. Como resume a última estrofe, trata-se da companhia de fé, de esperança e de amor que é a Igreja.

A consciência de que o hino expressa a súplica da Igreja que quer ser renovada na fé é expressa nos termos com os quais se conclui cada estrofe: pedimos, oramos, invocamos, suplicamos, rogamos, clamamos. A renovação eclesial e o impulso para a nova evangelização, objetivos principais do Ano da Fé (PF, 7-8), não serão alcançados simplesmente por nosso esforço. São dons da graça divina, que devemos suplicar com humildade e buscar com toda energia.

Valha-nos sempre a proteção da Virgem Maria, bem-aventurada porque acreditou (Lc 1,45).


Anexos: