31 de agosto de 2010

Festival de Música e Interpretação

3º Lugar na Categoria Composição MPB do IV Festival de Música e Interpretação

Integrantes do Grupo SIM, RAMAGEM e convidados, obtiveram neste sábado 28/08/2010 na Casa da Cultura o 3º Lugar na Categoria Composição MPB do IV Festival de Música e Interpretação. Parabéns aos participantes.
Composição Euzemir e Rafael Ribeiro

Ainda no mesmo evento integrantes do Grupo SIM, RAMAGEM  e convidados
obtiveram o 1º e 2º Lugares na Categoria Composição Sertaneja. 

Parabéns  Priscila, Bira, Rafael, Breno, Paulinho, Zico, Gerson e convidados pela belíssima participação. 

15 de agosto de 2010

10 Anos de Grupo SIM

Consagrados ao Sagrado Coração de Jesus e ao Doce e Imaculado Coração de Maria em 15 de agosto de 2000 na Comunidade Nossa Senhora do Rosário em Telêmaco Borba, Paraná, o Grupo SIM - Santa Imaculada Maria completa hoje 10 Anos de consagração.

Assim, Maria nos deu um presente, pois exatamente no dia em que comemoramos os 10 Anos do Grupo SIM, também comemoramos a Assunção de Nossa Senhora.

Hoje, queremos renovar o nosso SIM perseverantes na fé e na missão de evangelizar.

Salve Maria...!!!

  

Semana Nacional da Família - 15/08/2010

PARÓQUIA SÃO PEDRO E SÃO PAULO
COMUNIDADE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO
15/08/2010 - Missa de Encerramento da Semana da Família

14 de agosto de 2010

Semana Nacional da Família - 14/08/2010

PARÓQUIA SÃO PEDRO E SÃO PAULO
COMUNIDADE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO
14/08/2010 - Família: valores a descobrir e redescobrir




13 de agosto de 2010

Semana Nacional da Família - 13/08/2010

PARÓQUIA SÃO PEDRO E SÃO PAULO
COMUNIDADE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO
13/08/2010 - A Família e os meios de comunicação social
Escola: Um dos organismos que ajudam a família a transmitir valores


12 de agosto de 2010

Semana Nacional da Família - 12/08/2010

PARÓQUIA SÃO PEDRO E SÃO PAULO
COMUNIDADE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO
12/08/2010 - Aspectos econômicos da família que forma
Adoração e Vigília ao Santíssimo Sacramento


Benção das Crianças

Santo Anjo

10 de agosto de 2010

Semana Nacional da Família - 10/08/2010

PARÓQUIA SÃO PEDRO E SÃO PAULO
COMUNIDADE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO
10/08/2010 - Paróquia: organismo que ajuda a Família na formação de valores






9 de agosto de 2010

Semana Nacional da Família - 09/08/2010

PARÓQUIA SÃO PEDRO E SÃO PAULO
COMUNIDADE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO
09/08/2010 - Celebração da Semana Nacional da Família
Tema: Família e Virtudes Sociais


8 de agosto de 2010

Semana Nacional da Família - 08/08/2010

PARÓQUIA SÃO PEDRO E SÃO PAULO
COMUNIDADE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO

08/08/2010 - Missa de Abertura da Semana Nacional da Família

31 de julho de 2010

Semana Nacional da Família



PARÓQUIA SÃO PEDRO E SÃO PAULO

PROGRAMA DA SEMANA DA FAMÍLIA

COMUNIDADE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO

De 08 a 15 de Agosto de 2010


Dia 08/08 Domingo 08h30 – Missa de Abertura da Semana da Família

As relações e os valores familiares segundo a Bíblia

Benção especial para os Pais e a entronização da Imagem da Sagrada Família.


Dia 09/08 Segunda 19h30 – Celebrando a Palavra de Deus em Família

Família e Virtudes Sociais

Trazer a sua Bíblia – a Palavra de Deus mostra as verdadeiras virtudes.


Dia 10/08 Terça 19h30 – Celebrando a Palavra de Deus em Família

Paróquia: organismo que ajuda a Família na formação de valores

Trazer as chaves de sua casa – Nossa casa é a Igreja doméstica.


Dia 11/08 Quarta 19h30 – Celebrando a Palavra de Deus em Família

A Família e a sexualidade

Trazer uma vela para Benção – pedindo a luz do Espírito Santo para iluminar o caminho das famílias.


Dia 12/08 Quinta 19h30 – Celebrando a Palavra de Deus em Família

Aspectos Econômicos da família que forma

Trazer a carteira de trabalho para Benção.

Nesse dia em comunhão com toda a Diocese de Ponta Grossa teremos a Adoração e Vigília ao Santíssimo Sacramento.


Dia 13/08 Sexta 19h30 – Celebrando a Palavra de Deus em Família

A Família e os meios de Comunicação Social


Dia 14/08 Sábado 19h30 – Celebrando a Palavra de Deus em Família

Família: valores a descobrir e redescobrir

Trazer toalha de mesa usada nas refeições da família e alianças para benção

Nesse dia às 14h00 teremos uma Carreata da Família. Prepare-se!



Dia 15/08 Domingo 08h30 – Missa de Encerramento da Semana da Família.

Benção especial para as Famílias

Vamos juntos nesta semana resgatar os valores humanos e cristãos da Família. Participe!

17 de setembro de 2009

Aula 03 - Cifragem

Cifragem do violão

É um modelo que usamos para ilustrar o braço por uma cifra representando cordas e casas numa moldura (cifra) como no modelo abaixo. Observe que a numeração das casas se dá do cabeçalho para o cavalete. Considere também a ordem das cordas.





As cordas do violão

Enumeramos as cordas de 1 a 6 a partir da mais fina até a mais grossa. As três primeiras cordas são chamadas de cordas base, pois formam a base dos acordes. As três últimas nós chamamos de bordões e são usadas para fazer o BAIXO dos acordes, semelhante o que faz o instrumento CONTRA-BAIXO nas bandas musicais. Estudaremos isso mais tarde.

Obs. A 4a corda, não raro, é também usada para base em algumas posições.

Existem dois tipos de cordas; aço e nylon. As cordas de aço são mais fortes e reproduzem um som mais alto. Ideal para tocar ao ar livre sem amplificador. No entanto, as cordas de nylon são mais confortáveis para iniciantes quando para apertar as cordas. Profissionalmente, usa-se das duas variedades. Recomenda-se não fazer muita distinção e procurar se adaptar aos dois tipos.

Aula 02 - Nota Musical

Notas musicais

São sons tonantes organizados por uma escala bem conhecida de todos; DÓ, RÉ, MÍ, FÁ, SOL, LÁ e SÍ. Estas são as famosas notas musicais básicas. Executar uma música é, portanto, selecionar estas notas numa melodia.
Para simplificar a nomenclatura, representamos estas notas por letras. Veja abaixo:


Sustenido e bemol
Durante muito tempo essas notas musicais eram soberanas. Entretanto, notava-se que havia variação sonora entre algumas dessas notas, até que mais tarde surgiram os MEIO-TONS que preenchem justamente esses espaços, que na verdade, tornar-se-iam notas.
Só que, ao contrário de serem nomeados por outros nomes, esses meio-tons foram chamados de acordo com as notas próximas a eles pela relação sustenido e bemol.
Saibamos primeiro, entre quais notas existem esses meios-tons (aqui representados pelas lacunas):
 __  A  __  B   C  __  D  __  E   F  __  G  __

Portanto, somente entre SÍ e DÓ e entre MÍ e FÁ não há meio-tom.
Cada espaço desses, que é uma nota como qualquer uma, recebe dois nomes pela relação sustenido-bemol:
  • Sustenido (#) é o nome do meio-tom com relação à nota a que está à sua frente.
  • Bemol (b) é o meio-tom posicionado um espaço antes da nota.
Assim, dizemos que o espaço entre as notas C e D tem um meio-tom, portanto, uma nota que recebe dois nomes pela relação sustenido e bemol. Observe como ficará essa nota:


C  |  C# e Db  |  D

Esse meio-tom tem dois nomes; DÓ SUSTENIDO (pois está meio-tom à frente de C) e RÉ BEMOL (por estar meio-tom antes de D). Assim chamamos esta nota: C# ou Db. O mesmo acontece com todos os meio-tons existentes (A# e Bb, D# e Eb, F# e Gb, G# e Ab).Não são dois meios-tons num espaço só. É um meio-tom em cada espaço e dois nomes para cada meio-tom.
A escala das notas é contínua, ou seja, depois da última nota, volta para a primeira, obedecendo à seqüência das notas. Repare


... E  F  G  A  B  C  D  E  F  G  A  B  C ...




           Logo, o meio-tom da última nota (G) é vizinho com a primeira (A).
           Podemos dizer que a escala geral das notas tem então 12 notas. Olhe:



É a principal relação da música, justamente quem determina a variação de tonalidades das notas. GRAVE é a tonalidade grossa e baixa, enquanto que AGUDO é o tom alto e fino.
Veja como se distribuem as notas por esta relação:


GRAVE                 ...  A  B  C  D  E  F  G ...                 AGUDO

Isto quer dizer que, por exemplo; B é mais grave que C e mais agudo que A, assim como F é mais agudo que E e mais grave que G, etc. Como a escala é contínua, comparando duas notas iguais, concluiremos que cada nota à frente será sempre mais aguda que a anterior. Compare a nota D1 e D2:
...  A  B  C  D1  E  F  G  A  B  C  D2  E  ...

Fica evidente que o D1 é mais grave que D2 e este é mais agudo que o antecessor. No caso de um possível D3, seria mais agudo que D2 e assim por diante.

Tons e acordes
ACORDE é uma base harmônica formada por notas para acompanhamento musical. Unindo no mínimo três notas que tenham relação entre si, obteremos um acorde. Se juntarmos, por exemplo, as notas C, E e G teremos então um acorde que, por ocasião será o acorde de  DÓ MAIOR (C). Para isso, há uma escala de notas para cada acorde onde serão extraídas as notas para os determinados acordes (maiores, menores e dissonantes).
TOM ou TONALIDADE refere-se a uma escala de valores que selecionam os acordes que tenham relação entre si para formar a seqüência deles nas músicas. Por exemplo, cada acorde tem uma escala onde se encontram as notas que tem relação com ela, essas notas são como seus parentes (notas primas) e a partir dessa escala, forma-se os acordes relativos à sua tonalidade. Trataremos disso a seguir.

 Diapasão

É o valor original das notas, ou seja, a altura do tom padrão em tudo o mundo para a afinação dos instrumentos, fazendo haver uma unidade musical. Por exemplo, o C do piano deve ter a mesma altura de tom que o C dos demais instrumentos, como o violão, o saxofone, etc.
Diapasão é também um pequeno instrumento que reproduz as notas padrão para ajudar a afinar os instrumentos pelas notas originais.

Aula 01 - Violão



Introdução:

Música - É a arte de combinar sons de uma maneira agradável;
Melodia - Combinação de sons sucessivos;
Harmonia Combinação de sons simultâneos;
Ritmo - Uma combinação de valores das notas dispostas no tempo em que são executadas;


Existem maneiras diferentes de tocar o violão onde temos:

Violão Cifrado
O mais usado pelos violonistas onde o instrumento é usado para acompanhar seu canto, dispondo de acordes ou posições embutidos em um ritmo.
Violão Solado
Um método mais aprofundado onde o intérprete executa a melodia da música sem cantar. Muito usado em música erudita onde os violonistas realizam verdadeiras "acrobacias" com o instrumento.

Partes do Violão:


1 - Tampo
Corresponde ao corpo do violão. Onde a sonoride varia de acordo com o tamanho, formato, madeira usada na confecção do instrumento.
2 - Rastilho
Parte do instrumento que se prende as cordas
2 - Cavalete
Serve de suporte para prender o Rastilho na altura correta.
3 - Boca
Orifício localizado no corpo do violão por onde o som se propaga.
4 - Cordas
Parte fundamental onde são produzidas as notas musicais. O som e formado a partir da casa precionada no braço do instrumento.
5 - Braço
Parte do instrumento onde se localiza as casas e os trastes.
6 - Trastes
Dividem o braço do instrumento em casas de maneira à alcançar a altura correta das notas.
7 - Casas
Indicam exatamente a localização das Nota musicais.
8 - Pestana
Tem a função de servir como apoio para as cordas direcionando-as para as tarrachas.
9 - Tarraxas
Tem a finalidade de alcançar a afinação correta, afrouxando ou apertando as corda, conforme a necessidade.
10 - cabeça
Encontrada na parte superior do braço, serve de suporte para o mecanismo das Tarraxas.






2 de setembro de 2009

Maria de Nazaré

Maria de Nazaré, filha de Eli e Ana, nasceu na cidade de Nazaré, próximo ao mar mediterrâneo na Galiléia, norte da Palestina.

Nazaré era uma pequena cidade, situada na Baixa Galiléia. As construções eram das melhores da época, por serem nelas usadas pedras calcáreas e hábeis canteiros trabalhavam as formas, de acordo com o desejo do futuro morador. As principais plantações eram figueiras e oliveiras. Também o trigo era cultivado com abundância na baixada nazarena. As flores quase naturais dos campos e rebanhos de cabras e carneiros se estendiam por toda a encosta do pequeno lugarejo.

Desde menina, Maria apresentou uma característica que a marcou por toda a vida: sua espontaneidade. Sempre dava sua opinião de forma direta e objetiva, não importando a quem. Sempre branda, porém direta e objetiva.

Filha dedicada, respeitava os pais e nunca foi motivo de preocupação – além das normais, é claro.

Eli e Ana sempre tiveram consciência da Missão da filha. Eles eram – e são – espíritos de grande evolução e através de diversos avisos espirituais (sonhos, intuições, aviso de videntes, etc.) construíram esta convicção da missão de Maria. Nos seu devido tempo passaram esta convicção para Maria, que também a confirmou por seus próprios meios.

Eles constituíram um lar simples onde reinava a harmonia e o companheirismo, o que ajudou na formação moral de Maria.

Maria casou-se com José - o Carpinteiro. Homem trabalhador e justo, havia tornado-se viúvo de Débora e tinha quatro filhos de seu primeiro casamento - Matias, Cleofas (Simão), Eleazar e Judas (Não é o Iscariotes). Com Maria teve mais três filhos (Jesus, Efraim e Tiago - não era o apóstolo), sendo Jesus o primogênito. Além destes filhos tinha algumas parentes próximas que moravam com eles: Ana, Elisabete e Andréia; o que levou a alguns considerá-las irmãs de Jesus.

Quando os evangelistas se referem a Jesus, nos seus Evangelhos, eles deixam patenteada a sua condição de filho de Maria e José, como um fato concreto e indiscutível na época, e sem qualquer alusão ao Espírito Santo. O evangelista Marcos é muito claro, quando diz: “Olha, tua mãe, teus irmãos e irmãs estão lá fora à tua procura” (Marcos, 3:32). O evangelista João também o confirma no seguinte: “Depois disto, vieram para Cafarnaum; ele e sua mãe, seus irmãos e seus discípulos” (João, 2:12). Mateus, apesar de responsável pela idéia de Jesus descender do Espírito Santo, também alude à exata filiação de Jesus no seu evangelho, explicando “Porventura não é este o filho do oficial (carpinteiro), não se chama sua mãe Maria e seus irmãos Tiago, José, Simão e Judas? (Mateus, 13:55). E acrescenta, no versículo 56: “E tuas irmãs, não vivem entre nós?”

Maria adotou os filhos de José como seus e construiu com eles um lar onde prevalecia o amor e o respeito pois, eles também a adotaram como mãe.

José e Maria, espíritos de grande evolução, desceram do mesmo plano espiritual para cumprirem a Missão de gerar e orientar o redentor do planeta. Em seu lar havia respeito mútuo, amor e harmonia.

José era um trabalhador persistente e, com dificuldade, provia o lar com alegria e responsabilidade. Pai amoroso, sem deixar de ser rígido com os filhos, como era costume na época.

Maria, mãe dedicada, tinha amor, amizade e respeito com José. Teve, pelos meios naturais normais, três filhos com José. Esta família numerosa fazia com que tivesse de se desdobrar nos afazeres domésticos mas, sempre conseguia realizá-los a contento, dando atenção a todos.

Jesus veio cumprir a Lei e só poderia cumpri-la nascendo de acordo com a Lei Natural do Planeta, ou seja, através de fecundação e parto naturais. Foi concebido por uma Virgem pois, Maria era virgem quando se casou com José.

O Ato sexual se torna divino quando realizado com Amor e dedicado a Deus. Isto não desmerece em nada a grande missão de Maria, José e Jesus.

Maria acompanhou Jesus de perto durante toda sua vida, até o começo de sua missão. Aliás, se todos os filhos de hoje respeitassem seus pais como Jesus repeitou José e Maria saberíamos como é uma verdadeira família. Maria teve em José o companheiro de todas as horas e necessidades. Quando teve que fugir para o Egito com Jesus ainda pequeno, foi José que conduziu, a pé, o animal que a levava. Sabiam, José e Maria, da missão de seu filho e apoiavam como podiam para que ela se concretizasse.

Maria, apesar dos afazeres domésticos, sempre achava tempo e recursos para a prática da caridade. Distribuía amor e com amor o pouco que possuía. Uma visita, um gesto de carinho, um prato de comida...

Nesta época, na Palestina, estava em plena atividade uma sociedade secreta – A Fraternidade dos Essênios – orientada por Moisés e dirigida pelo discípulo Essen. Todos os trabalhos da Fraternidade eram feitos em silêncio. Havia santuários no Monte Carmelo, no Monte Tabor, no Monte Hermon, nos Montes Moab e Nebo, na Judéia e vários outros pontos secretos. Os sacerdotes essênios eram terapeutas e saiam cuidando dos enfermos, gratuita e anonimamente.

Esta Fraternidade foi fundada cerca de 200 anos a.C. com a finalidade de apoiar a Missão do Messias. Em seus templos Jesus recebeu o preparo iniciático necessário para o cumprimento de sua missão. Por ela também passaram João Batista, todos os apóstolos e, também, José e Maria.

José, Maria e Jesus desceram de um mesmo plano espiritual e até hoje ombreiam juntos em trabalhos a favor deste e de outros planetas.

Por sua obra como Mãe, esposa e filha, Maria é o exemplo maior para todas as mulheres deste nosso planeta. Sua dedicação, seu amor, sua humildade, seu companheirismo são exemplos para todas as mulheres interessadas em evoluir espiritualmente. Se Jesus nos deu o arquétipo (modelo) máximo do Ser Humano neste planeta, Maria nos legou o arquétipo máximo da mulher.

A você, Maria, nossa homenagem.

1 de agosto de 2009

Um "SIM" que modificou a história da humanidade


No silêncio de um aposento, em Nazaré, ela rezava.


O anjo do Senhor vem interromper seu "deserto", sua prece e contemplação: Ave, Cheia de graça. O Senhor é contigo. Bendita és tu, entre as mulheres!

Maria estremece, em sua humildade. E enquanto o anjo lhe explica os planos do Pai, o céu e a terra aguardam a resposta de Maria.

E ela termina dizendo SIM.

Se esta é a vontade do pai, aceito. "FIAT". Faça-se em mim, segundo a tua palavra!

Aquele SIM de Maria, filha de Joaquim e Ana, foi o SIM mais decisivo e importante sobre a face da terra. Um SIM que modificou os destinos da história. Sem o assentimento de Maria, o plano da redenção, concebido na eternidade, não teria acontecido.

Aquele SIM promoveu Maria à glória suprema, sintetizada em três palavras: MÃE DE DEUS.

Aquele SIM transformou-a, desde o instante da anunciação, no primeiro tabernáculo vivo de Cristo. Nove meses depois, uma estrela indicaria o nascimento de um Deus, feito homem.

E aquele primeiro SIM, proferido no silêncio de um aposento em Nazaré, será confirmado, repetido e ratificado dezenas de vezes depois. Das bodas de Caná ao Calvário, da noite no Cenáculo ao dia de Pentecostes, Maria esteve presente nos momentos mais solenes da vida de seu Filho, dizendo SIM a ele e aos planos do Pai.

Ela mesma profetizara que todas as gerações a chamariam de "bem-aventurada".

Desmoronam-se impérios. Trocam-se governos. Rolam os Séculos. Entra ano, sai ano. Ídolos nascem, ídolos morrem. Tudo envelhece e desgasta. Mas a veneração filial por Maria floresce antiga e sempre nova, no coração de milhares e milhares de fiéis.

Mãe de Deus e Mãe dos Homens, ela continua velando, protegendo, abençoando, conferindo um sentido todo especial à nossa peregrinação através do tempo.

Por isso, embeba seu olhar nos olhos da Mãe, Medianeira de todas as graças. Estrela da Manhã, Rainha dos Apóstolos, Saúde dos Enfermos, Fortaleza dos Fracos. Jamais se ouviu dizer que um único devoto seu fosse por ela desamparado, esquecido.

Ela é Mãe. Co-Redentora. Sua presença de carinho, ternura e amor permanece como o oásis eterno, nos caminhos da humanidade, da Igreja, de cada um de nós. Ela é Mãe. A estrela que orienta a incerteza dos nossos passos e decisões, na travessia da vida.

Sem ela, haveria um vazio no mundo e talvez nem saberíamos o que é FELICIDADE... Pois tudo se modificou, na esperança e na fé, a partir daquele SIM, generoso e profundo, da Virgem de Nazaré, Mãe da Humanidade!

Por isso SEMPRE vamos dizer o nosso SIM à Maria.