26 de março de 2013
24 de março de 2013
Ensina teu povo a rezar
Ensina o Teu Povo a Rezar
Compositor: Pe. Zezinho Scj
Interpretação: Padre Silvio Mori
Tom: E
Intro: A
Ab7 C#m A6 E/B B7 E
E F#m7
Ensina o teu povo a rezar
B7 E
Maria, Mãe de Jesus
A Ab7 C#m
A6 E/B B7 E
Que um dia o teu povo desperta e na certa vai ver a luz
A Ab7 C#m
A6 E/B B7 E
Que um dia o teu povo se anima e caminha com teu Jesus
E F#m7 B7 E
Maria de Jesus Cristo, Maria de Deus, Maria mulher,
A Ab7 C#m A6
E/B B7 E
Ensina a teu povo o teu jeito de ser o que Deus quiser
A Ab7 C#m A6
E/B B7 E
Ensina a teu povo o teu jeito de ser o que Deus quiser
E F#m7
Ensina o teu povo a rezar
B7 E
Maria, Mãe de Jesus
A Ab7 C#m
A6 E/B B7 E
Que um dia o teu povo desperta e na certa vai ver a luz
A Ab7 C#m
A6 E/B B7 E
Que um dia o teu povo se anima e caminha com teu Jesus
E F#m7 B7 E
Maria senhora nossa, Maria do povo, povo de Deus
A Ab7 C#m A6
E/B B7 E
Ensina o teu jeito perfeito de sempre escutar teu Deus
A Ab7 C#m A6
E/B B7 E
6 de janeiro de 2013
GRANDES COISAS - Fernandinho - Legendado
Cifra Original: http://www.cifraclub.com.br/fernadinho/grandes-coisas/
Tom: C (Grupo SIM)
(intro) C Am G F
C
Am
Tu és o Deus dessa terra
G
Tu és o Rei desse povo
F
És o Senhor da nação
Dm
Tu és
C Am
Tu és a luz desse mundo
G
Esperança para os perdidos
F
Tu és a paz pros cansados
Dm
Tu és
C G F
Ninguém, é como nosso Deus
C G F
Ninguém, é como nosso Deus
F
Grandes coisas estão por vir
G
C G F
Grandes coisas vão acontecer nesse lugar
F
Grandes coisas estão por vir
G
C G F
Grandes coisas vão acontecer nesse lugar
F
Grandes coisas estão por vir
G
C G F
Grandes coisas vão acontecer nesse lugar
F
Grandes coisas estão por vir
G
C G F
Grandes coisas vão acontecer nesse aqui
Base solo - C F C
G F
C G F
Ninguém, é como nosso Deus
C G
F
Ninguém, é como nosso Deus
2X
23 de novembro de 2012
Hino Oficial do Ano da Fé
Hino Oficial do Ano da Fé: "Credo, Domine, adauge nobis
fidem" - divulgado pelo Pontifício Conselho para a Nova Evangelização.
Com tradução e adaptação para língua portuguesa do Pe.
António Cartageno, o hino é interpretado pelo Coro da Catedral de Lisboa e as
suas crianças, com a direção musical do Prof. Luís Filipe Fernandes,
acompanhados ao órgão por António Duarte, e pelos instrumentos de flauta com
Alzira Trindade, clarinete por Ana Marques e trompete com Edgar Albuquerque.
Conhecemos bem o quanto a música
e o canto são importantes para a compreensão e o aprofundamento das ideias, e o
quanto são úteis para a divulgação de campanhas e de projetos. Seguindo o
convite do Santo Padre, “queremos celebrar este Ano de forma digna e fecunda”
(PF, 8). Por isso, o Ano da Fé não poderia ficar sem seu hino. Dele esperamos
que ajude a marcar este “tempo de particular reflexão e redescoberta da fé”
(PF, 4).
Divulgado pelo Pontifício
Conselho para a Nova Evangelização, o hino circulou rapidamente pela internet,
inclusive em uma versão portuguesa. Os assessores das Comissões Episcopais
Pastorais para a Liturgia e para a Doutrina da Fé prepararam esta versão
brasileira. Depois de avaliada pelos presidentes dessas Comissões e pelo
Secretário Geral da CNBB, tornamos pública, para que seja usada pela Igreja no
Brasil durante este Ano da Fé.
A súplica do pai que apresentou
seu filho para ser curado por Jesus – “Eu creio, mas aumentai a minha fé” (Mc
9,24) – é assumida por todos nós. Desse modo, o hino é um grande pedido pela
renovação e pelo crescimento da fé. Há uma particularidade a ser notada: a
primeira parte da súplica está no singular: “creio, ó Senhor”. E a segunda
parte está no plural: “aumenta nossa fé”. Assim se destacam os vários aspectos
da fé, que são aprofundados pelo Papa no número 10 da Porta Fidei: ao mesmo
tempo ela é pessoal e eclesial, é um ato pessoal e tem conteúdo “objetivo”.
Outro elemento que se destaca
pela repetição é a expressão “caminhamos”, que ocorre no início de cada
estrofe. Na mesma Porta Fidei, Bento XVI nos recorda que, uma vez atravessado o
limiar da porta, por meio do batismo, abre-se diante de nós um caminho que dura
a vida toda e que se conclui com a passagem para a vida eterna (PF, 1). O povo
brasileiro se identifica muito com as romarias, peregrinações, procissões e
caminhadas. Elas são um símbolo da peregrinação espiritual que toda a nossa
existência cristã: “não temos aqui cidade permanente, mas andamos à procura da
que está para vir” (Hb 13,14). O modo como caminhamos é destacado de modo
diferente a cada nova estrofe: cheios de esperança, frágeis e perdidos,
cansados e sofridos, sob o peso da cruz, atentos ao chamado, com os irmãos e as
irmãs. É um caminho feito em companhia, desafiador, é certo, mas dirigido pelas
marcas dos passos de Nosso Senhor, como bem recorda a estrofe 4.
O caminhar da Igreja é marcado,
portanto, pelos mistérios da vida de Cristo, reflexos do grande Mistério
Pascal. Na sequência, nos são recordados: o Advento, o Natal, a Quaresma, a
Páscoa, Pentecostes e o Reino definitivo. Do mistério do Filho de Deus feito
homem é que a Igreja vive permanentemente. É a comunhão com Ele que orienta e
anima toda a caminhada eclesial ao longo da história e, na grande comunhão dos
santos, é também o que anima cada um dos fieis, pessoalmente.
Alguns títulos de Cristo são
evocados, junto com os mistérios. Filho do Altíssimo, estrela da manhã, mão que
cuida e que cura, o Vivente que não morre, Palavra, esperança da chegada. Desse
modo o Mistério do Filho de Deus feito nosso irmão impregna toda a existência
dos cristãos, na Igreja. Assim ele nos anima no caminho e nos conduz para a
meta.
Esse caminhar é feito em
companhia. Como companheiros são recordados, na sequência das estrofes: os
Santos que “caminham entre nós”, Maria, “a primeira dos que creem”, os pobres
que “esperam à porta”, os humildes que “querem renascer”, a Igreja que “anuncia
o Evangelho”, o mundo, no qual se encontram sinais do Reino que “está entre
nós”. Esta grande companhia de fé nos permite muitas e profundas reflexões: a
comunhão dos santos, o significado da presença da Mãe de Jesus na vida da
Igreja, os pobres, nos quais podemos servir ao próprio Cristo e pagar-lhe amor
com amor, o espírito das bem-aventuranças expresso nos “humildes”. Como resume
a última estrofe, trata-se da companhia de fé, de esperança e de amor que é a
Igreja.
A consciência de que o hino
expressa a súplica da Igreja que quer ser renovada na fé é expressa nos termos
com os quais se conclui cada estrofe: pedimos, oramos, invocamos, suplicamos,
rogamos, clamamos. A renovação eclesial e o impulso para a nova evangelização,
objetivos principais do Ano da Fé (PF, 7-8), não serão alcançados simplesmente
por nosso esforço. São dons da graça divina, que devemos suplicar com humildade
e buscar com toda energia.
Valha-nos sempre a proteção da
Virgem Maria, bem-aventurada porque acreditou (Lc 1,45).
Anexos:
22 de novembro de 2012
Santa Cecília - Padroeira dos Músicos
Santa Cecília é uma santa cristã,
padroeira dos músicos pois quando ela estava morrendo, ela cantou a Deus. Não
se tem muitas informações sobre a sua vida. É provável que,tenha sido
martirizada entre 176 e 180, sob o império de Marco Aurélio. Escavações arqueológicas
não deixam dúvidas, sobre a existência, mas sua história só foi registrada no
século V, na narrativa Paixão de Santa Cecília.
Certa vez, o cardeal brasileiro
dom Paulo Evaristo Arns assim definiu a arte musical: "A música, que eleva
a palavra e o sentimento até a sua última expressão humana, interpreta o nosso
coração e nos une ao Deus de toda beleza e bondade". Podemos dizer que, na
verdade, com suas palavras ele nos traduziu a vida da mártir santa Cecília.
A sua vida foi música pura, cuja
letra se tornou uma tradição cristã e cujos mistérios até hoje elevam os
sentimentos de nossa alma a Deus. Era de família romana pagã, nobre, rica e
influente. Estudiosa, adorava estudar música, principalmente a sacra, filosofia
e o Evangelho. Desde a infância era muito religiosa e, por decisão própria,
afastou-se dos prazeres da vida da Corte, para ser esposa de Cristo, pelo voto
secreto de virgindade. Os pais, acreditando que ela mudaria de idéia, acertaram
seu casamento com Valeriano, também da nobreza romana. Ao receber a triste
notícia, Cecília rezou pedindo proteção do seu anjo da guarda, de Maria e de
Deus, para não romper com o voto.
Após as núpcias, Cecília contou
ao marido que era cristã e do seu compromisso de castidade. Disse, ainda, que
para isso estava sob a guarda de um anjo. Valeriano ficou comovido com a
sinceridade da esposa e prometeu também proteger sua pureza. Mas para isso
queria ver tal anjo. Ela o aconselhou a visitar o papa Urbano, que, devido à
perseguição, estava refugiado nas catacumbas. O jovem esposo foi acompanhado de
seu irmão Tibúrcio, ficou sabendo que antes era preciso acreditar na Palavra.
Os dois ouviram a longa pregação e, no final, converteram-se e foram batizados.
Valeriano cumpriu a promessa. Depois, um dia, ao chegar em casa, viu Cecília
rezando e, ao seu lado, o anjo da guarda.
Entretanto a denúncia de que
Cecília era cristã e da conversão do marido e do cunhado chegou às autoridades
romanas. Os três foram presos, ela em sua casa, os dois, quando ajudavam a sepultar
os corpos dos mártires nas catacumbas. Julgados, recusaram-se a renegar a fé e
foram decapitados. Primeiro, Valeriano e Turíbio, por último, Cecília.
O prefeito de Roma falou com ela
em consideração às famílias ilustres a que pertenciam, e exigiu que
abandonassem a religião, sob pena de morte. Como Cecília se negou, foi colocada
no próprio balneário do seu palacete, para morrer asfixiada pelos vapores. Mas
saiu ilesa. Então foi tentada a decapitação. O carrasco a golpeou três vezes e,
mesmo assim, sua cabeça permaneceu ligada ao corpo. Mortalmente ferida, ficou
no chão três dias, durante os quais animou os cristãos que foram vê-la a não
renegarem a fé. Os soldados pagãos que presenciaram tudo se converteram.
O seu corpo foi enterrado nas
catacumbas romanas. Mais tarde, devido às sucessivas invasões ocorridas em
Roma, as relíquias de vários mártires sepultadas lá foram trasladadas para
inúmeras igrejas. As suas, entretanto, permaneceram perdidas naquelas ruínas
por muitos séculos. Mas no terreno do seu antigo palácio foi construída a
igreja de Santa Cecília, onde era celebrada a sua memória no dia 22 de novembro
já no século VI.
Entre os anos 817 e 824, o papa
Pascoal I teve uma visão de santa Cecília e o seu caixão foi encontrado e
aberto. E constatou-se, então, que seu corpo permanecera intacto. Depois, foi
fechado e colocado numa urna de mármore sob o altar daquela igreja dedicada a
ela. Outros séculos se passaram. Em 1559, o cardeal Sfondrati ordenou nova
abertura do esquife e viu-se que o corpo permanecia da mesma forma.
A devoção à sua santidade avançou
pelos séculos sempre acompanhada de incontáveis milagres. Santa Cecília é uma
das mais veneradas pelos fiéis cristãos, do Ocidente e do Oriente, na sua
tradicional festa do dia 22 de novembro. O seu nome vem citado no cânon da
missa e desde o século XV é celebrada como padroeira da música e do canto
sacro.
12 de novembro de 2012
28 de agosto de 2012
Músico, agradai a Deus e não aos homens
Encontro para Músicos 2012, Luiz Carvalho, fundador da
Comunidade Recado, meditas pontos importantes da carta do Papa João Paulo II
aos artistas.
Crédito: webtvcn
Músico, tome a sua cruz e siga-me
Encontro para Músicos 2012, Ricardo
Sá nos fala da importância de assumirmos nossa cruz e seguirmos a Jesus na
vivência do Ministério de Música.
Crédito: webtvcn
A Música na Igreja
Como devemos
entender e ministrar a música na Igreja? Principalmente dentro da Liturgia?
Para nos ajudar a responder essas perguntas Padre Donizete, Professor Felipe
Aquino, Eugênio Jorge e o Maestro Sapo fizeram este vídeo, para nos orientar
quanto nossa postura de Ministros do Senhor!
Créditos: webtvcn
15 de agosto de 2012
5 de julho de 2012
8 de junho de 2012
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